sábado, 27 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
O sol
Luz que ilumina nossas vidas;
Luz que dá vida a natureza;
Luz que nos deixa ver;
Luz que nos aquece;
Luz que não cessa com nossas amarguras;
Luz que sempre esteve e sempre estará á disposição do ser maravilhoso criador de todas as belezas que insistimos em destruir com nossa ignorância, nosso egoísmo e que mesmo assim não deixa de brilhar.
Luz que dá vida a natureza;
Luz que nos deixa ver;
Luz que nos aquece;
Luz que não cessa com nossas amarguras;
Luz que sempre esteve e sempre estará á disposição do ser maravilhoso criador de todas as belezas que insistimos em destruir com nossa ignorância, nosso egoísmo e que mesmo assim não deixa de brilhar.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
A cólera
O orgulho nos induz a julgar-nos melhores do que somos; a não suportarmos uma comparação que nos possa rebaixar; a nos considerarmos tão acima dos nossos irmãos, quer em espírito, quer em posição social, quer mesmo em vantagens pessoais, que o menor paralelo nos irrita e aborrece. O que sucede então? - nos entregamos á cólera, á raiva.
Façamos a pesquisa da origem desses acessos de demência passageira que nos assemelham ao bruto, fazendo-nos perder o sangue-frio e a razão; façamos a pesquisa e, quase sempre, depararemos com o orgulho ferido. O que é que nos faz repelir, coléricos, os mais ponderados conselhos, senão o orgulho ferido por uma contradição? Até mesmo as impaciências, que se originam de contrariedades muitas vezes insignificantes, decorrem da importância que cada um liga á sua personalidade, diante da qual entende que todos se devem curvar.
Em seu frenesi, ou ataque de fúria, o homem a tudo se atira; ataca a natureza bruta, ataca os objetos sem vida, quebrando-os porque não lhe obedecem. Ah! se nesses momentos pudesse ele se observar a sangue-frio, ou teria medo de si próprio, ou bem ridículo se acharia! Imagine ele por aí que impressão produzirá nos outros.
Se entendesse que a raiva não é remédio, que lhe prejudica a saúde e compromete até a vida, reconheceria ser ele próprio a sua primeira vitima. Mas, outra consideração, sobretudo, deverá conte-lo, a de que torna infelizes todos os que o cercam. Se tem coração, não sentirá remorso fazendo as pessoas que ama sofrerem? E como ficaria sua moral se, num ato de fúria praticasse algo que o faria arrepender-se por toda a sua vida!
Em resumo, a cólera ou raiva não exclui certas qualidades do coração, mas impede que se faça muito bem e pode levar á pratica de muito mal. Isto deve bastar para induzir o homem a esforçar-se para dominar-se. O espírita, ao demais, é concitado a isso por outro motivo: o de que a cólera é contrária á caridade e á humildade cristãs.
Um espírito protetor, com adaptações.
Façamos a pesquisa da origem desses acessos de demência passageira que nos assemelham ao bruto, fazendo-nos perder o sangue-frio e a razão; façamos a pesquisa e, quase sempre, depararemos com o orgulho ferido. O que é que nos faz repelir, coléricos, os mais ponderados conselhos, senão o orgulho ferido por uma contradição? Até mesmo as impaciências, que se originam de contrariedades muitas vezes insignificantes, decorrem da importância que cada um liga á sua personalidade, diante da qual entende que todos se devem curvar.
Em seu frenesi, ou ataque de fúria, o homem a tudo se atira; ataca a natureza bruta, ataca os objetos sem vida, quebrando-os porque não lhe obedecem. Ah! se nesses momentos pudesse ele se observar a sangue-frio, ou teria medo de si próprio, ou bem ridículo se acharia! Imagine ele por aí que impressão produzirá nos outros.
Se entendesse que a raiva não é remédio, que lhe prejudica a saúde e compromete até a vida, reconheceria ser ele próprio a sua primeira vitima. Mas, outra consideração, sobretudo, deverá conte-lo, a de que torna infelizes todos os que o cercam. Se tem coração, não sentirá remorso fazendo as pessoas que ama sofrerem? E como ficaria sua moral se, num ato de fúria praticasse algo que o faria arrepender-se por toda a sua vida!
Em resumo, a cólera ou raiva não exclui certas qualidades do coração, mas impede que se faça muito bem e pode levar á pratica de muito mal. Isto deve bastar para induzir o homem a esforçar-se para dominar-se. O espírita, ao demais, é concitado a isso por outro motivo: o de que a cólera é contrária á caridade e á humildade cristãs.
Um espírito protetor, com adaptações.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Proveito dos sofrimentos para outra pessoa
Os que aceitam calados os sofrimentos, por submissão á vontade de Deus e tendo em vista a felicidade futura, não trabalham somente em seu próprio benefício? Poderão tornar seus sofrimentos proveitosos para outra pessoa?
Podem esses sofrimentos ser de proveitos para outra pessoa, material e moralmente. Material se, pelo trabalho, pelas privações e pelos sacrifícios que tais criaturas se imponham, contribuem para o bem estar material de seus semelhantes; moralmente, pelo exemplo que elas oferecem de sua submissão á vontade de Deus. Esse exemplo do poder da fé espírita pode induzir os desgraçados á resignação e salva-los do desespero e de seus sofrimentos no futuro. Crie exemplos de cidadania e evolução e incentive seu próximo a crescer.
S Luiz, com adaptações.
Podem esses sofrimentos ser de proveitos para outra pessoa, material e moralmente. Material se, pelo trabalho, pelas privações e pelos sacrifícios que tais criaturas se imponham, contribuem para o bem estar material de seus semelhantes; moralmente, pelo exemplo que elas oferecem de sua submissão á vontade de Deus. Esse exemplo do poder da fé espírita pode induzir os desgraçados á resignação e salva-los do desespero e de seus sofrimentos no futuro. Crie exemplos de cidadania e evolução e incentive seu próximo a crescer.
S Luiz, com adaptações.
sábado, 13 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A verdadeira propriedade
O Homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo. Do que encontra ao chegar e deixa ao partir goza ele enquanto aqui permanece. Terá que abandonar tudo isso, porque não tem das suas riquezas a posse real, mas, simplesmente o usufruto. O que então ele possui? Nada do que é de uso do corpo; ele tem somente o que é de uso da alma, que é a inteligencia, os conhecimentos, as qualidades morais. Isso o que ele traz e leva consigo, o que ninguém pode lhe tirar, o que lhe será de muito mais utilidade no outro mundo do que neste. Depende dele ser mais rico ao partir do que ao chegar. A sua posição no futuro resultara do que ele tiver feito de bem. Apegai aos bens de que possa adiantar-se e não aos que aqui ficarão.
Pascal, com adaptações.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
A arte de criar
O artesanato é uma arte que permite as pessoas expressarem sentimentos e mostrarem habilidades permitindo a você conhecer diversos meios simples e barato de iluminar seu lar. Esse trabalho é feito por Cristiane (32)8426-7397.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O que se deve entender por pobres de espirito
Bem aventurados os pobres de espírito, pois que deles é o reino dos céus. ( S. Mateus, cap. V, v. 3.)
Os que não acreditavam e os que não acreditam zombam das palavras acima, como zombam de muitas outras coisas que não compreendem. Por pobres de espirito Jesus não entende os cheios de inteligência, mas os humildes, tanto que diz ser para estes o reino dos céus e não para os orgulhosos.
Os homens de saber e de espírito, no entender do mundo, formam geralmente tão alto conceito de si próprios e da sua superioridade, que consideram as coisas divinas como indignas de lhes merecerem a atenção. Concentrando sobre si mesmos os seus olhares, eles não os podem elevar até Deus. Essa tendência, de se acreditarem superiores a tudo, sempre os leva a negar aquilo que, estando-lhes acima, os depreciaria, a negar até mesmo a Divindade. Ou, se aceitam a admiti-la, contestam-lhe um dos mais belos atributos: a ação providencial sobre as coisas deste mundo, pensando que eles são suficientes para governa-lo bem. Tomando a inteligencia que possuem para medida de inteligencia universal, e julgando-se aptos a tudo compreender, não podem crer na possibilidade daquilo que não conhecem.Consideram-se certos de tudo o que dizem.
Dizendo que o reino dos céus é dos simples, quis Jesus significar que a ninguém é concedida entrada nesse reino, sem a simplicidade de coração e humildade de espírito; que o ignorante possuidor dessas qualidades será preferido ao sábio que mais crê em si do que em Deus. Em todas as circunstâncias, Jesus põe a humildade na categoria das virtudes que aproximam de Deus e o orgulho entre os vícios que dele afastam a criatura.
ESE com adaptações
Os que não acreditavam e os que não acreditam zombam das palavras acima, como zombam de muitas outras coisas que não compreendem. Por pobres de espirito Jesus não entende os cheios de inteligência, mas os humildes, tanto que diz ser para estes o reino dos céus e não para os orgulhosos.
Os homens de saber e de espírito, no entender do mundo, formam geralmente tão alto conceito de si próprios e da sua superioridade, que consideram as coisas divinas como indignas de lhes merecerem a atenção. Concentrando sobre si mesmos os seus olhares, eles não os podem elevar até Deus. Essa tendência, de se acreditarem superiores a tudo, sempre os leva a negar aquilo que, estando-lhes acima, os depreciaria, a negar até mesmo a Divindade. Ou, se aceitam a admiti-la, contestam-lhe um dos mais belos atributos: a ação providencial sobre as coisas deste mundo, pensando que eles são suficientes para governa-lo bem. Tomando a inteligencia que possuem para medida de inteligencia universal, e julgando-se aptos a tudo compreender, não podem crer na possibilidade daquilo que não conhecem.Consideram-se certos de tudo o que dizem.
Dizendo que o reino dos céus é dos simples, quis Jesus significar que a ninguém é concedida entrada nesse reino, sem a simplicidade de coração e humildade de espírito; que o ignorante possuidor dessas qualidades será preferido ao sábio que mais crê em si do que em Deus. Em todas as circunstâncias, Jesus põe a humildade na categoria das virtudes que aproximam de Deus e o orgulho entre os vícios que dele afastam a criatura.
ESE com adaptações
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Filhos
Gosto demais de crianças; são doceis ou irritantes quando querem algo. Quando nascem não te deixam dormir e isso piora na adolescência; as circunstâncias vão lhe ensinando como lidar com elas; minha filha com um ano e cinco meses não quer sentar no carrinho ou cadeirinha de papa obrigando-me a usar artimanhas do improviso; pego algo diferente e mostro a ela fazendo-a entender que a darei; é tiro e queda; isso é só pra sentar; pra comer só se for com Patati e Patatá sem falar na Galinha pintadinha e Xuxa só para baixinhos; ela é uma graça, é papai de cá, mamãe de lá, bibi pra cá, vovó quando quer falar; enfim, é a graça do começar o b-a-bá. Minha filha mamou no peito até onze meses, já ficou doentinha, já caiu, passou todas as normalidades do nascimento até agora; agente insistia mas ela não queria engatinhar, acho que estava fazendo doce, como diz o popular, porque ao esquecermos revirou a casa engatinhando pra todos os lados; agora é andar; não quero, não quero, não quero, mas quando não damos muita atenção eis que desabrocha pedindo nossa atenção.
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