A constituição brasileira reforça a ideia de que o cidadão tem deveres e direitos. São tipos de atividades que devem ser exercidas de forma permanente.
A cidadania pode ser exercida nas esferas jurídicas e política. Desse modo, o sistema jurídico pátrio criou instrumentos jurídicos e políticos para participação do cidadão nos assuntos do estado. Está surgindo no brasil, a cada dia, uma consciência por parte de cada cidadão, de seus direitos, de suas responsabilidades. Começa a surgir uma ação coletiva, porque o povo esta cansado de ver a inércia, a impunidade, o não fazer nada, o cruzar os braços, e esperar que o governo faça. O sucesso de uma nação depende não apenas da economia ou da política, mas da mentalidade do seu povo. O atraso do cidadão brasileiro referente á cidadania e ao controle social, com relação aos países mais desenvolvidos, deriva-se de alguns fatores, tais como:
1) o cidadão brasileiro precisa sentir-se, de fato, dono do país, do seu Estado, cidade, bairro e rua. E não apenas de sua casa;
2) deve tomar a iniciativa, e não esperar tanto do governo;
3) apostar na produção e transmissão do conhecimento como alavanca vital de desenvolvimento e democracia.
É importante que cada pessoa se atreva a fortalecer seu senso de responsabilidade, assumindo sua cota, positiva ou negativa, nos acontecimentos. Por menor que seja a fração que cada um de nós representa na cultura social, isso não enfraquece nossa responsabilidade. Cada um de nós se torna a pessoa que decide ser, e tudo que fazemos socialmente retorna um dia para que desfrutemos as consequências do nossos próprios atos.
Quanto maior a parceria entre as sociedades e o poder público, mais rápida a passagem da crise para a possibilidade.
Fonte Vestcon
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